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Visite o Parque Natural do Tejo Internacional

Propomos, desta vez, a visita a um dos nossos parques naturais, neste caso  o Parque Natural do Tejo Internacional. Esta é mais uma sugestão da Toprural no âmbito deste que é o Ano Internacional das Florestas.

Azinheira, uma das espécies mais frequente no Parque | Foto de Fritz Geller-Grimm
Situado na zona Este do território português, abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Ródão, faz fronteira com Espanha, sendo que no outro lado encontra o Parque Natural Tajo Internacional. Ocupa uma área de mais de 26 mil hectares e como o nome deixa adivinhar, é dominado pelo rio Tejo em toda a sua extensão.

No que diz respeito às espécies de fauna presentes, destaque para os azinheiras, sobreiros e carvalhos em algumas zonas junto ao rio. Já no que respeitante às espécies animais, destaque para o facto de este ser um dos raros locais onde ainda é possível observar cegonhas-negras. Por aqui são usuais espécies como a águia-de-Bonelli, águia-real e abutre-do-Egito, sendo esta uma importante zona de nidificação. Já no campo dos mamíferos, o destaque vai para a lontra-europeia e o veado-vermelho.

Zona onde imperam as paisagens de cortar  a respiração, quase que isso bastava para aconselhar a visitar. Ainda assim, se quiser descobrir um pouco mais, como os dólmens que existem na região, pode sempre considerar os percursos aconselhados pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade.

Boa viagem!

Visite as nossas florestas neste Outono

Agora que já chegou o Outono, a Toprural sugere-lhe que visite algumas das mais conhecidas florestas nacionais, sejam elas de folha caduca (que no Outono caem), sejam de folha perene (que se mantém durante todo o ano).

Outono | Martin.Heiss

São as árvores de folha caduca que, admitimos, dão um colorido especial às florestas, com as suas folhas castanhas que ornamentam os ramos das árvores e, claro, o chão. As árvores deste tipo ficam sem as folhas para se prepararem para os rigores do Inverno, uma vez que assim perdem menos água pela evaporação.

De qualquer forma, o Outono, com ou sem folha caída, é uma das melhores épocas para visitar as florestas nacionais: não existe ainda o rigor invernoso, nem o “inferno” em que algumas florestas se tornam no Verão.

Pinhal de Leiria

Com mais de 1700 km quadrados, abrange assim diversos concelhos, como Porto de Mós, Alcobaça, Marinha Grande, Batalha, e, claro está, Leiria. Reza a história que terá sido mandado plantar pelo rei D. Dinis. No entanto, há quem afirme que a plantação remonta ao reinado de seu pai, D. Afonso III. A ideia original ao plantar o pinhal, estaria no facto desta mancha verde proteger as terras interiores dos rigores da areia soprada pelo vento. No entanto, alguns anos mais tarde, foi também uma fonte importante de madeira para a construção das naus que partiram à aventura pelo mundo na época dourada dos Descobrimentos. Actualmente encontra neste espaço não só os pinheiros-bravos, mas também outras espécies como urzes, fetos ou rosmaninho. Fique a conhecer mais sobre este pinhal na exposição presente na Galeria Municipal da Marinha Grande.

Floresta Laurissilva

Apesar deste ser um nome dado a um tipo de floresta húmida, que existe em diferentes locais, e é na ilha da Madeira que tem a sua maior presença. Na realidade, e significativo disso mesmo, é o facto de esta floresta ter sido considera pela UNESCO, desde 1999, como Património da Humanidade. Ocupando um área de cerca 15 mil hectares, que representa qualquer coisa como 20% da superfície da ilha, encontra-se principalmente entre os 300 e os 1400 metros da costa Norte, e os 700 e 1600 metros da costa Sul. São frequentes espécies como o loureiro, o vinhático, o til e o barbusano. Aconselhamos alguns percursos sugeridos pela revista ‘Itinerante’, publicação dedicada ao pedestrianismo.

Tapada de Mafra

Como indica o nome, está localizada no concelho de Mafra. Tem, a cercá-la, um muro de 21 km, sendo a entrada paga. No entanto, vale bastante a pena. Foi criada em 1747, aquando da criação do Convento de Mafra, para servir os intuitos caçadores da realeza.  Mas é também  na riqueza da sua flora que se encontra um dos pontos fortes, sendo aqui possível encontrar espécies como o pinheiro-manso e bravo, o sobreiro, o carvalho-lusitano, e o zambujeiro. Saiba mais informações no site da Tapada Nacional de Mafra.

Boas viagens!

Casas rurais para enoturismo

Agora que estamos em época de vindimas, pensámos em dar-lhe sugestões relacionadas com esse nectar que é o vinho. Se o pensámos, logo o fizemos, e deixamos-lhe aqui algumas sugestões de casas Toprural onde pode ‘dedicar-se’ ao enoturismo.

Vindimadores | Foto de Feliciano GuimarãesÉ a bebida que tem acompanhado a humanidade, havendo registos que apontam a sua origem a 6 mil anos a.C. Tão importante é que, desde sempre, é utilizado por religiões como elemento importante nas celebrações. De facto, que outra bebida se pode orgulhar de ter tido um deus, como é o caso de Baco (deus romano) ou Dionísio (deus grego)?

Fique com algumas sugestões de casas rurais onde o vinho tem um papel importante, podendo aí desfrutar de uma experiência de enoturismo.

Casa da QuintãFolhada, Porto
Situada no Vale do Rio Ovelha, entre o Douro Litoral e Trás-os-Montes, a Casa da Quintã, cuja construção inicial remonta aos finais do séc. XVIII, oferece um ambiente único de calma e bem estar.

Água d’Alte – Redondo, Évora
Localizada no sopé da Serra d´Ossa, à entrada da Aldeia da Serra, a propriedade deve o seu nome às grandes quantidades de água que, sobretudo no Inverno, desce pela encosta.

Quinta do CovancoAlenquer, Lisboa
À entrada de Alenquer, a Quinta do Covanco tem origens no século XIX. Por aqui pode degustar alguns dos melhores vinhos do país na Rota do Vinho.

Casa da Quinta da OliveiraVale de Cambra, Aveiro
Casa inserida numa quinta de vinho verde, fica situada junto à Reserva Natural da Serra da Freita e quedas de água da Mizarela e Cabreia.

Casa dos CabreirosRoussas, Viana do Castelo
Plenamente integrada na vida rural do Alto Minho, fica situada numa exploração de vinho Alvarinho, de produção biológica.

Retiro da Avó LídiaMendiga, Leiria
Situada em pleno Parque Natural Serra Daire e Candeeiros, o Retiro da Avó Lídia promove, através de actividades organizadas, o contacto com as tradições e o património arquitectónico e natural da região.

Se nas casas anteriores ainda não está o que procura, pode sempre realizar uma pesquisa por enoturismo no menu da esquerda, nas Actividades  – Terra.

Boa viagem!

Como fazer a compostagem?

Sabe o que é a compostagem? Além de lhe darmos a resposta, a Toprural dá-lhe também dicas de como a pode fazer, poupando o meio ambiente.

Composto | Foto de normanackO que é?
Designado como um processo de valorização da matéria orgânica, consiste, na sua essência, na decomposição dos resíduos orgânicos domésticos, que são cerca de 40% dos resíduos sólidos urbanos produzidos, em média, em cada casa. Este procedimente dá origem ao composto, material que poderá, posteriormente, ser utilizado como adubo.

Assim, além de evitar que esse resíduos sigam para um qualquer aterro, ‘ganha’ também um ‘produto’ para melhorar a sua horta, quintal ou simples terreno.

Como fazer?
Como a maioria dos cidadãos habita em cidades, com limitações de espaço, o mais ideal será fazer a compostagem na varanda, através de um compostor. Pode encontrar estes recipientes à venda nas grandes superfícies, ou então construir um. A melhor forma de o fazer, para um espaço pequeno, é pegar num caixote (como os do lixo, de metal), e colocar dois tijolos dentro. Depois, colocar outro caixote mais pequeno dentro, em cima dos tijolos. Este caixote pequeno deverá estar perfurado em baixo e nos lados.

Passando à prática, que materiais utilizar? Pois bem, existem dois tipos: os castanhos (como serradura, folhas secas, pequenos ramos) e os verdes (como vegetais, cascas de frutas, cereais ou cascas de ovos esmagadas).

Primeiro, corte todos os resíduos em pequenos pedaços. No fundo do compostor coloque ramos grossos, para facilitar o arejamento, e adicione um camada de 5 a 10 cm de resíduos castanhos. Adicione uma mão cheia de terra ou composto acelerador (contém microorganismos suficientes para dar início ao processo). De seguida, uma camada de resíduos verdes, outra de castanhos, até atingir o limite de altura do compostor. Não esquecer que deve regar cada camada, por forma a manter a humidade adequada. A última de todas as camadas deve ser castanha, para evitar algum odor e a existência de insectos ou outros animais.

Toda pilha deve ser virada a cada 15 dias, por forma a que o composto fique pronto em 3 ou 4 meses. Não esquecer que a pilha não deve estar exposta a ventos frios, demasiada chuva ou demasiado calor.

Se não conseguir fazer à primeira, não desista! Com a prática chegará lá, e o meio ambiente agradece.

Para mais informações, consulte a página da A Horta da Formiga.

Casas rurais com jardim

Agora que estamos no Verão, o melhor é mesmo descansar no sossego de uma casa rural. E, de preferência, em casas com jardim, para relaxar ainda mais em contacto directo com a natureza. E nós na Toprural, pensámos nisso e fizemos uma selecção de casas rurais com jardim e móveis de jardim.

Quinta ou casa rural (quartos) | Quinta do Casal de S. Miguel de Soutelo | Soutelo, Braga

Fique então com a nossa selecção de casas rurais com jardim e, claro, móveis de jardim, por forma a melhor aproveitar o que o espaço tem para oferecer. Encontra-as divididas por zona, por forma a ser mais fácil para si.

Porte, Norte e Alto Douro

Quinta do Casal de S. Miguel de SouteloSoutelo, Braga
Pequena mas muito bem localizada propriedade, está no centro do Minho, próxima dos rios Homem e Cávado, e distando  3 Km de Vila Verde, 6 Km de Braga, 15 Km de Guimarães e 30 Km do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Quinta São Miguel de ArcosArcos, Porto
Casa rústica do século XVIII, a Quinta São Miguel de Arcos está também a escassos quilómetros de centros urbanos com Vila do Conde e Póvos de Varzim.

Região Centro e Douro Sul

Paço da TorreFigueiredo das Donas, Viseu
Casa rural desde 2006, a sua origem remonta ao século XV. Inserida numa quinta com 23 mil metros quadrados.

Casa Grande de Juncais Juncais, Guarda
Solar de granito do séc. XVI, tem a curiosidade de ter uma capela, e uma dega com dezenas de tonéis. Está classificado como imóvel de interesse público.

Lisboa, Vale do Tejo e Litoral Alentejano

Pousada EowaCarvoeira, Lisboa
Localizada perto de Mafra, oferece desde o campo, praia ou até a agitação de locais como Cascais, Estoril, Sintra e Lisboa.

Herdade de SancharesTorrão, Setúbal
Local isolado, convida ao repouso. No entanto, pode também levar a cabo actividades como circuitos pedestres e de bicicleta organizados por empresas de eventos, passear na herdade vendo os arrozais e o montado, fazer piqueniques, observar aves… enfim, a escolha é grande.

Alentejo

Quinta d´AbegoaMarvão, Portalegre
Situada na encosta de Marvão, daqui consegue ainda observar a vizinha Espanha. E talvez relaxar um pouco pelo jardim e piscina, aproveitando a calma alentejana.

Quinta do ColmealVila Viçosa, Évora
Nesta quinta encontra a casa original – Casa do Rosmaninho – e duas casas mais pequenas: a casa da Lavanda (para duas pessoas) e a casa do Tomilho (para cinco pessoas).

Algarve

Quinta das AchadasOdiáxere, Faro
Seja para descansar, seja para uns dias mais agitados, pode sempre optar por esta casa. Próximo da praia, a piscina é também uma opção. Se quiser mais agitação, pode realizar percursos de BTT, pedestres ou, mais relaxado, realizar a observação da fauna e flora locais.

Villa Bora Bora Residence Pêra, Faro
Mini condomínio privado, apresenta apartamentos T1, T2 e T3. A piscina de água salgada é um atractivo, bem como a garagem provada, bar e restaurante.

Açores

Casas d´Arramada Cedros, Faial
São seis as casas rurais, com tipologias entre o T1, T2 e T3. Na recepção central dispõe de bar e Internet, bem como salão de jogos e piscina.

Quinta da AbegoariaHorta, Faial
Espaço situado na freguesia de Pedro Miguel, existe desde Agosto de 2005. São três as casas tradicionais: casa do Tio António, casa do Chico Gaspar e a Atafona. Há também duas piscinas: uma para adultos e outra para crianças.

Madeira

Estalagem A QuintaSanto António da Serra, Madeira
Rodeada por montanhas, a estalagem de quatro estrelas, com 11 quartos, encontra-se a 6 Km da cidade de Santa Cruz e do Aeroporto Internacional da Madeira e a 25Km da cidade do Funchal.

Quinta das Colmeias Santo António da Serra, Madeira
No meio da montanha, encontra este local de descanso que, ainda assim, fica perto da agitação citadina. Encontra também o centro hípico e campo de golfe bem perto.

Boa viagem!